
“Quantos homens você já teve que esquecer?”
Parei pra responder a pergunta de Almodóvar (Mulheres a beira de um ataque de nervos). Não foi tão fácil quanto eu pensava. Caminhei por todas as minhas histórias de amor. Passei pelos namoricos de criança, pelos platônicos, pelos que pareceriam durar toda a vida, pelas traições. Fiz até uma lista.
O primeiro foi aquele que me trocou por outra e deixou um coração pré-adolescente em pedaços. O segundo foi aquele que achei melhor esquecer, porque nem me conhecia. Eu o amava de longe, com desenhos de coração no fichário. O terceiro, foi o primeiro que me fez sentir verdadeiramente amada. Mas, descobri que era eu quem não o amava. Resolvi, então, que era melhor esquecer-nos mutuamente.
Depois, uma paixão doentia tentou me tirar de um amor tranqüilo. Quase destruí uma relação verdadeira. Esqueci o que me fazia viver na mentira. Voltei à calmaria, mas, por pouco tempo.
Parei pra responder a pergunta de Almodóvar (Mulheres a beira de um ataque de nervos). Não foi tão fácil quanto eu pensava. Caminhei por todas as minhas histórias de amor. Passei pelos namoricos de criança, pelos platônicos, pelos que pareceriam durar toda a vida, pelas traições. Fiz até uma lista.
O primeiro foi aquele que me trocou por outra e deixou um coração pré-adolescente em pedaços. O segundo foi aquele que achei melhor esquecer, porque nem me conhecia. Eu o amava de longe, com desenhos de coração no fichário. O terceiro, foi o primeiro que me fez sentir verdadeiramente amada. Mas, descobri que era eu quem não o amava. Resolvi, então, que era melhor esquecer-nos mutuamente.
Depois, uma paixão doentia tentou me tirar de um amor tranqüilo. Quase destruí uma relação verdadeira. Esqueci o que me fazia viver na mentira. Voltei à calmaria, mas, por pouco tempo.
Então, voltou a me fazer sorrir e chorar o que já havia me mostrado a dor de um coração partido, uma vez. Caí de novo em minha própria encruzilhada de traição. Outra vez, fiz loucuras, mas, na hora de escolher, resolvi que permaneceria quem mais me amava. Para não sofrer de novo por ele, queria mais que esquecer, queria arrancar qualquer vestígio de lembranças.
E chegou a hora de mandar embora o que esteve mais tempo ao meu lado. Esse foi difícil. Quer dizer, ainda é. Nem sei se já consegui... Nas idas e vindas relembramos bons momentos. Depois das despedidas sempre me engano dizendo que é a última vez.
Também já tive que pedir para o tempo levar o que me deixou entre os carinhos e a consagração. Esse foi até mais fácil, entreguei pra Deus.
E já passou por mim o que me deixava chamas, mas dava o coração e declarações a outra, que era minha amiga.
O que grudou, chamei-o de chicletinho. Era tão bom, que sempre me lembrava dele nos momentos de carência. Cansei de enganá-lo.
Depois tive que deixar de realizar algumas fantasias. Quando o sonho de consumo se materializou, foi tão bom que durou pouco.
E quando achei que não pensava mais no que por duas vezes jurei esquecer, deixei entrar de novo na minha vida. E pela primeira vez passeamos de mãos dadas no parque. Pela primeira vez fomos inteiramente um do outro. Só que dessa vez, foi ele quem resolveu partir. Mas, ainda pede para ser lembrado. Ainda alimenta as fantasias. Ainda achamos que pode funcionar. Mas, já me preparo para o dia que mais vez terei que esquecer de nossas histórias.
E chegou a hora de mandar embora o que esteve mais tempo ao meu lado. Esse foi difícil. Quer dizer, ainda é. Nem sei se já consegui... Nas idas e vindas relembramos bons momentos. Depois das despedidas sempre me engano dizendo que é a última vez.
Também já tive que pedir para o tempo levar o que me deixou entre os carinhos e a consagração. Esse foi até mais fácil, entreguei pra Deus.
E já passou por mim o que me deixava chamas, mas dava o coração e declarações a outra, que era minha amiga.
O que grudou, chamei-o de chicletinho. Era tão bom, que sempre me lembrava dele nos momentos de carência. Cansei de enganá-lo.
Depois tive que deixar de realizar algumas fantasias. Quando o sonho de consumo se materializou, foi tão bom que durou pouco.
E quando achei que não pensava mais no que por duas vezes jurei esquecer, deixei entrar de novo na minha vida. E pela primeira vez passeamos de mãos dadas no parque. Pela primeira vez fomos inteiramente um do outro. Só que dessa vez, foi ele quem resolveu partir. Mas, ainda pede para ser lembrado. Ainda alimenta as fantasias. Ainda achamos que pode funcionar. Mas, já me preparo para o dia que mais vez terei que esquecer de nossas histórias.
E continuo aqui com meus botões pensando na diferença entre ter, querer e precisar esquecer certos homens...
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