Hoje, depois de minha corridinha matinal - para ficar bem no vestido da formatura, aconteceu um caso, do tipo que eu chamaria "só acontece comigo". Resolvi tirar a manhã para um trato no visual. Os passos seriam: hidratação nos cabelos – que estão muito ressecados por causa do tempo e das luzes; esfoliação facial e depilação – onde não importa. Minha mãe tem uma caixa com vários produtos de uso eventual, na parte mais baixa do armário. Agachei, ainda com as pernas um pouco cansadas do exercício e peguei primeiro o esfoliante, que já estou acostumada a usar. Na hora de escolher o creme para o cabelo, como faz tempo que mexo nos cremes, não sabia o que pegar. Então, fiz como fazem as crianças: deixei que o pote mais bonito brilhasse aos meus olhos. Pensei: "esse tem cara de ser dos bons!". Busquei rapidamente o "modo de usar" para ver se tinha alguma instrução para um resultado melhor nas madeixas. A única indicação era: uso profissional. O potão pesado, ainda pouco usado tem escrito bem grande em letras prateadas: "creme de massagem". Ótimo. Enchi a mão, comecei a passar pelas pontas. O creme ao invés de espalhar, grudava. O cheiro forte foi subindo e me lembrou as sessões de drenagem linfática. PUTZ! Como que lesada! Creme para massagem do corpo! Corri novamente para debaixo do chuveiro, passei umas cinco mãos de xampu até desempregnar o grude. Como eu ria. Ri demais. O pote ainda estava sobre a pia e resolvi ler melhor o rótulo, foi quando ri mais ainda: "Algas marinhas e parafina". Voltei à caixa da mamãe e achei um pote hidratação profunda para os cabelos, li até as letras mais miudas para não cometer nenhum engano. "Hidratação profunda para os cabelos. Aplique massageando bem". Agora sim! E, mais do que nunca, eu precisava urgente de uma hidratação.
terça-feira, 31 de julho de 2007
(des)cuidados com a beleza
Hoje, depois de minha corridinha matinal - para ficar bem no vestido da formatura, aconteceu um caso, do tipo que eu chamaria "só acontece comigo". Resolvi tirar a manhã para um trato no visual. Os passos seriam: hidratação nos cabelos – que estão muito ressecados por causa do tempo e das luzes; esfoliação facial e depilação – onde não importa. Minha mãe tem uma caixa com vários produtos de uso eventual, na parte mais baixa do armário. Agachei, ainda com as pernas um pouco cansadas do exercício e peguei primeiro o esfoliante, que já estou acostumada a usar. Na hora de escolher o creme para o cabelo, como faz tempo que mexo nos cremes, não sabia o que pegar. Então, fiz como fazem as crianças: deixei que o pote mais bonito brilhasse aos meus olhos. Pensei: "esse tem cara de ser dos bons!". Busquei rapidamente o "modo de usar" para ver se tinha alguma instrução para um resultado melhor nas madeixas. A única indicação era: uso profissional. O potão pesado, ainda pouco usado tem escrito bem grande em letras prateadas: "creme de massagem". Ótimo. Enchi a mão, comecei a passar pelas pontas. O creme ao invés de espalhar, grudava. O cheiro forte foi subindo e me lembrou as sessões de drenagem linfática. PUTZ! Como que lesada! Creme para massagem do corpo! Corri novamente para debaixo do chuveiro, passei umas cinco mãos de xampu até desempregnar o grude. Como eu ria. Ri demais. O pote ainda estava sobre a pia e resolvi ler melhor o rótulo, foi quando ri mais ainda: "Algas marinhas e parafina". Voltei à caixa da mamãe e achei um pote hidratação profunda para os cabelos, li até as letras mais miudas para não cometer nenhum engano. "Hidratação profunda para os cabelos. Aplique massageando bem". Agora sim! E, mais do que nunca, eu precisava urgente de uma hidratação.
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