
Não é, evidentemente, a união física que faz com que um sinta um prazer tão grande com a presença do outro e a ela aspire com tanta força, mas é indubitavelmente uma coisa diferente o que a alma de ambos quer, uma coisa que ela não pode exprimir e que só palpita nela como obscura intuição do que é a solução do enigma da sua vida.
No trailer do filme banquete diz que os deuses estavam entediados e resolveram criar os homens, mas, continuaram entediados e inventaram o amor. Experimentaram o amor e finalmente inventaram a risada, para conseguir tolerá-lo.
No trailer do filme banquete diz que os deuses estavam entediados e resolveram criar os homens, mas, continuaram entediados e inventaram o amor. Experimentaram o amor e finalmente inventaram a risada, para conseguir tolerá-lo.
O trecho inicial me chamou atenção e curiosa fui assistir ao filme.
Antes conversei com algumas pessoas que me contaram existir um livro chamado BANQUETE, que fala de diversas visões do amor, sob o olhar de diversos filósofos.
Fui atrás do livro
Assisti ao filme
Assistam ao filme!
Apesar de ser menos do que eu espera, porque achava que discutiria mais filosofia, vale a pena conferir, com um olhar para as mais amplas manifestações amorosas do ser.
Claro que o livro é mais denso, intrigante e provova muito mais reflexão, inquietação e questionamentos interiores - especialmente em uma pessoa em busca de um amor paradoxal, onde convivam a intensidade e a tranquilidade, pode!?
Aristófanes termina seu discurso sobre o amor de forma belíssima, profetizando que o homem só terá uma vida feliz se tomado por Eros (Deus grego do amor e do desejo):
Falo em tese, tanto do homem como da mulher, para afirmar que nossa espécie só poderá ser feliz quando realizarmos plenamente a finalidade do amor e cada um de nós encontrar o seu verdadeiro amado, retornando, assim, à sua primeira natureza.
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